quinta-feira, 10 de março de 2011

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http://lh4.ggpht.com/_2iDLC8zliko/SS8VHC28AgI/AAAAAAAAEWM/Wp9sYQDVavg/s144/327955539_1570614.gifMuitos Beijos no colaçãozinho de toda(o)s.

Jesus te ama e eu também. Até a volta, Adri Miranda!


quinta-feira, 3 de março de 2011

O Ateneu é um romance do escritor brasileiro Raul Pompéia, considerado como o único exemplar de romance impressionista na literatura.

http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcR091vN5CZOu9XrmRXpDNAX8iwxhYJUSrKrsTvwstY7xIKGa_Ky , tudo bem !

Livro: O Ateneu
O Ateneu é um romance do escritor brasileiro Raul Pompéia, considerado como o único exemplar de romance impressionista na literatura.
Publicado pela primeira vez em 1888, o livro conta a história de Sérgio, um menino que é enviado para um colégio interno renomado na cidade do Rio de Janeiro, denominado Ateneu. Comandado pelo diretor Aristarco, o colégio mantém regras rígidas e princípios da aristocracia da época. A obra critica a sociedade brasileira do final do século XIX, tomando como metáfora o Ateneu, seu reflexo, um lugar onde vence sempre o mais forte.
Enredo
A história é narrada pelo personagem principal, Sérgio, já adulto, em primeira pessoa e de forma não linear. O livro inicia-se com os primeiros contatos de Sérgio com o Ateneu, colégio interno no qual o seu pai o matricula, ainda mesmo antes de ser admitido para matrícula pelo rígido diretor do estabelecimento, Aristarco. A entrada de Sérgio no Ateneu representa, para o próprio, a passagem para a idade adulta, por conta de seu afastamento dos pais, sobretudo dos carinhos e da proteção materna. Antes disso, cursara apenas algumas aulas num externato familiar e tivera aulas com um preceptor.
O Ateneu era uma instituição de ensino para filhos de famílias abastadas, ainda que admitisse alguns alunos pelas vias da caridade. Por isso, seus educandos representavam "a fina flor da mocidade brasileira", recebendo alunos de diversos estados brasileiros que eram enviados à corte e ao estabelecimento de Aristarco por conta da fama do pedagogo e dos livros que este enviava a todos os cantos do país à guisa de propaganda de sua instituição. Localizava-se no bairro do Rio Comprido, que teve sua urbanização iniciada em 1812 e já no século XIX recebeu uma pequena leva de imigrantes ingleses, depois de ter sido usada como área de cultivo da cana-de-açúcar (século XVII) e do café (século XVIII e século XIX).
Antes de sua matrícula, Sérgio e o pai foram recebidos por Aristarco em sua residência, a qual se localizava ao lado do Ateneu. Nesta ocasião, Sérgio conhece D. Ema, a única pessoa que lhe iria tratar com candura desinteressada em seus anos no Ateneu e por quem irá nutrir uma paixão platônica. No primeiro dia de aula, Sérgio foi recebido na sala do professor, e vislumbra as diferenças na recepção dada pelo professor aos alunos, de acordo com o grau de importância de sua família. Após se despedir do pai, Sérgio sentiu-se deslocado, mas foi de imediato recomendado pelo professor, Mânlio, a um dos melhores alunos, Rebelo, que lhe deu, então, inúmeras recomendações sobre o "microcosmo" do Ateneu – e as amizades que deveria evitar, as atitudes das quais deveria se esquivar, os tipos nos quais não deveria se transformar, sobretudo recomenda-o sobre as deturpações de gênero que se observam naquela realidade de colégio interno de rapazes, aconselhando-o a ser forte e não admitir protetores. A narrativa, então, faz uma pausa para uma descrição de alguns dos primeiros colegas de classe de Sérgio, com destaque para o Sanches, o primeiro da turma, de quem Sérgio iria se aproximar mais adiante. Conheceu também outros alunos do Ateneu, como o Franco, sempre usado por Aristarco como exemplo negativo e, por conta disso, continuamente humilhado.
Na primeira aula, ao ser chamado pelo professor Mânlio ao quadro, Sérgio sofreu um desmaio e é levado para a rouparia, onde vê por acaso um exemplar de folheto obsceno. Depois do vexame do desmaio, começa a ser ridicularizado e assediado por Barbalho, com quem tem sua primeira briga. Ao final deste primeiro dia de aulas, Sérgio sentiu que seus ideais de camaradagem, de crescimento pelo conhecimento, de grandeza moral despertados pelos eventos que assistira antes de entrar no Ateneu dificilmente seriam aplicáveis àquela realidade.
A narrativa salta para um episódio no qual Sérgio é salvo de um afogamento por Sanches – um acidente que Sérgio suspeito ter sido provocado pelo próprio Sanches durante uma aula de natação; tal hipótese parece acertada pela proximidade que se criou a posterior: por conta do salvamento, Sérgio sentiu-se em compromisso de gratidão com o Sanches, e se tornou muito próximo a este. Sérgio viu em Sanches um protetor e uma companhia vantajosa em termos acadêmicos, já que este último era o primeiro da classe. Com o tempo, contudo, Sanches forçou uma aproximação, insinuando-se para Sérgio, que o repeliu; isso fez com que Sanches se tornasse inimigo de Sérgio e, como vigilante que era, ele começou a usar sua ascendência como tal para prejudicar e ferir Sérgio.
O episódio com o Sanches fez com que Sérgio se tornasse de bom aluno a um dos que frequentavam o temido "livro de notas" de Aristarco, no qual os professores anotavam as supostas indisciplinas dos alunos faltosos, as quais sempre rendiam humilhações públicas comandadas por Aristarco por ocasião das refeições. Ele converteu-se também em religioso, mas para uma espécie de religiosidade particular, mística, sem respaldo dos sacramentos católicos. Sua condição de deprimido e faltoso contumaz fez com que ele se aproximasse do Franco – uma amizade que despertou o desprezo dos inspetores e do próprio diretor. Após uma terrível traquinagem de Franco que, por sorte, não rendera frutos, Sérgio decidiu-se por se tornar independente, sobretudo depois de uma breve aproximação com o Barreto, um aluno beato para quem a religião girava em torno de um sem-número de objetos de adoração e dos castigos do inferno guardados para os pecadores – uma religiosidade que fez apagar as últimas chamas de fervor de Sérgio. Tornou-se, depois de uma visita ao pai, na qual lhe contou a "verdade" sobre o Ateneu, mais altivo e independente e, por isso, angariou a animosidade de muitos.
Chegou, então, à escola um novo aluno, o Nearco, filho de uma nobre família pernambucana e atleta valoroso, além de excelente orador, destacado no grêmio literário do colégio, chamado "Grêmio Amor ao Saber". Nas reuniões do tal grêmio, Sérgio comparecia como simples assistente e, como a agremiação possuía farta biblioteca, Sérgio começou a frequentá-lá, travando amizade com o Bento Alves, um aluno gaúcho, mais velho que ele e que trabalhava como bibliotecário. A amizade entre os dois tornou-se imensamente íntima e próxima; Sérgio assim o permitiu, e logo a proximidade entre ele e o Bento Alves começou a gerar comentários no Ateneu. Paralelamente a estes fatos, ocorre um assassinato passional nas dependências da escola: um jardineiro mata, a facadas, um outro funcionário, por amor a uma mulher, Ângela, uma espanhola que trabalhava em casa de Aristarco e D. Ema.
Sérgio narra, então, os exames primários e a ocorrência de uma exposição artística: é o início de um novo ano, e o narrador fala dos passeios e jornadas programados por Aristarco, em especial de um jantar no Jardim Botânico no qual ficam evidenciados os maus modos de alunos e inspetores. Bento Alves, que no início do ano mostra-se amoroso com Sérgio, repentinamente voltou-se contra este e espancou-o sem maiores explicações; Sérgio reagiu e, no calor da briga, acaba por agredir também Aristarco, que surgiu a tempo de apartar os dois alunos. Curiosamente, Sérgio não é castigado pelo gesto ousado. Há, a seguir, a revelação pelo diretor da descoberta de um caso de "amor" entre dois alunos, feita a partir de uma carta encontrada por um dos inspetores na qual Cândido – que no bilhete assina como "Cândida" – aceita um convite de outro aluno, Emílio, para um encontro no jardim. Aristarco humilha-os publicamente, a eles e aos supostos cúmplices, outros alunos que conheciam o fato e não teriam denunciado ao diretor. Em seguida ao evento, alunos amotinam-se contra Silvino, um inspetor que resolveu humilhar Franco sem razão aparente, e o motim de alunos é motivo de escândalo do diretor que, no entanto, por razões econômicas – para não perder os alunos – resolveu amainar a situação, conversando mansamente com os alunos e colocando "panos quentes" no assunto.
Sérgio conquistou um amigo verdadeiro, Egbert, de origem inglesa, com quem o narrador construiu uma amizade sem interesses, com quem compartilhou o amor ao saber e arriscou-se a escrever seus primeiros versos. Com Egbert, foi também a um jantar em casa de Aristarco, por conta de terem se destacado nos estudos, e teve a oportunidade de rever D. Ema, que o reconheceu.
Chegaram, então, os tempos dos exames na secretaria de Instrução Pública. À época, Sérgio já dormia no alojamento dos alunos maiores, onde viveu um ambiente mais "adulto" e, também, mais propício para novas peripécias, como a de espiar o sono do inspetor Silvino ou entrar no grupo dos que haviam criado uma passagem secreta por uma janela para o jardim de Aristarco; por conta desta passagem é que engendra uma vingança a Rômulo, que lhe espancara no passado, deixando-o do lado de fora do prédio, no jardim do diretor, sem jeito de voltar ao alojamento. Morre o amigo Franco, vítima dos maus tratos que sempre sofrera tanto em casa, quanto dos funcionários do Ateneu.
Ao término do ano letivo, os alunos cotizaram-se e mandaram erigir um busto em bronze do diretor que, orgulhoso, primeiramente se sente lisonjeado com a homenagem e, posteriormente, em insensata competição com a estátua. "O Ateneu" termina com o fim da própria instituição, consumida por um incêndio que acreditam ser criminoso causado por um aluno recém-admitido, Américo, que ali estava forçado pelo pai. Aristarco viu seu patrimônio ser dilapidado pelas chamas, enquanto Sérgio, que por dias e dias estava em casa do diretor sob os cuidados de D. Ema, que demonstrar ter imenso amor maternal pelo jovem, acompanhava a derrocada final do impassível diretor.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/
      
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Muitos Beijos no colaçãozinho de toda(o)s.
Jesus te Ama e eu também, até a volta. 
Adriana Miranda!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Só para pensar.


"Olhe para a pessoa que lhe causa aborrecimento
e tire proveito da oportunidade para controlar a
própria ira e desenvolver a compaixão.
Entretanto, se o aborrecimento for muito
grande ou se você achar a pessoa tão desagradável
que seja impossível aguentá-la,
talvez seja melhor sair correndo!"
(Dalai Lama)


http://lh4.ggpht.com/_2iDLC8zliko/SS8VHC28AgI/AAAAAAAAEWM/Wp9sYQDVavg/s144/327955539_1570614.gifMuitos Beijos no coraçãozinho de toda(o)s.

Jesus te ama e eu também. Até a volta, Adri Miranda!

A VELHA CONTRABANDISTA

http://razaoesensibilidade.zip.net/images/veia.jpg



Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega a mandou parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:
- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo e respondeu:
- É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
- Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
- Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
- O senhor promete que não “espaia” ? – quis saber a velhinha.
- Juro – respondeu o fiscal.
- É lambreta.
(Stanislaw Ponte Preta)

1) O que a velhinha carregava dentro do saco, para despistar o guarda? (0.25)
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2) O que o autor quis dizer com a expressão “tudo malandro velho”? (0.25)
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3) Quando a velhinha decidiu contar a verdade? (0.25)
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4) Qual é a grande surpresa da história? (0.25)
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5) Numere corretamente as frases abaixo, observando a ordem dos acontecimentos. (0.5)
( ) O fiscal verificou que só havia areia dentro do saco.
( ) O pessoal da alfândega começou a desconfiar da velhinha.
( ) Diante da promessa do fiscal, ela lhe contou a verdade: era contrabando de lambretas.
( ) Todo dia, a velhinha passava pela fronteira montada numa lambreta, com um saco no bagageiro.
( ) Mas, desconfiado, o fiscal passou a revistar a velhinha todos os dias.
( ) Durante um mês, o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
( ) Então, ele prometeu que não contaria nada a ninguém, mas pediu à velhinha que lhe dissesse qual era o contrabando que fazia.

6.Escolha uma frase do texto e faça a sua análise morfológica.(0.5)

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7.Retire do texto ( 1.0)

Três adjetivos:________________________________________________________

Dois verbos:__________________________________________________________

Dois artigos:__________________________________________________________

8. Faça a análise sintática das seguintes frases: (1.0)

· o fiscal mandou parar outra vez

· Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar

8. Escolha uma frase do Texto e faça, sua analise sintática: (1.0)

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9. Após leitura do Texto acima, transforme o primeiro parágrafo, para o masculino, e para o plural:(1.0)

Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha.
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Bom trabalho e boa sorte.

http://lh4.ggpht.com/_2iDLC8zliko/SS8VHC28AgI/AAAAAAAAEWM/Wp9sYQDVavg/s144/327955539_1570614.gifMuitos Beijos no colaçãozinho de toda(o)s.

Jesus te ama e eu também. Até a volta, Adri Miranda!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Modelo de Aviso sobre reforço escolar.


Comunicado aos Pais

Assunto: Aulas de Reforço Escolar

Data: ..................................

Srs. Pais:

Preocupados com o aproveitamento escolar de nossos alunos, iremos oferecer aulas de reforço a fim de rever os conteúdos mais significativos vistos no bimestre.

Para que possamos atingir plenamente nossos objetivos, alertamos que deverão comparecer às aulas, obrigatoriamente, os alunos com média inferior a cinco nas primeiras avaliações. Os demais alunos, se sentirem necessidade também poderão comparecer.

As aulas de monitoria são oferecidas no turno da tarde, conforme as explicações abaixo. Recomendamos que seu filho venha alimentado. O aluno deverá chegar à Escola até 11h015, é permanecerá para o horário de aula normal que termina às 17h.

Disciplina: ...........................................................................................

Professora: ........................................................................................

Dia(s): ...............................................................................................

Horário:

6º ano – das 11h00min às 12h20min

7º ano – das 11h00min às 12h20min

8º ano – das 11h00min às 12h20min

Por favor, devolver Preenchido.

Aluno (a):.....................................................Série.....................

Responsável:.............................................................................

Data:..........................................................................................

Observação sobre seu filho (a):

....................................................................................................

Estamos juntos no processo Ensino Aprendizagem, por esse motivo incentive seu filho (a) a participar das aulas de plantão e monitoramento, preparando-se com confiança e conhecimento para a realização das avaliações e para a vida.

“o grande segredo para plenitude é muito simples:

Compartilhar” Sócrates.

Adriana M.D. Santos


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Jesus te ama e eu também. Até a volta, Adri Miranda!



EDUCAÇÃO_ Desbravando Novos Horizontes